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Governo federal vai reestruturar carreiras da segurança pública

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) formalizou três acordos de reestruturação remuneratória entre o governo federal e servidores da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Esses acordos abrangem as carreiras de Delegado da Polícia Federal, Perito Criminal Federal, Agente, Escrivão e Papiloscopista da Polícia Federal, bem como Policial Rodoviário Federal, sendo mediados em mesas temporárias de negociação. As negociações com os policiais penais estão em andamento.

Os acordos estabelecem reestruturações remuneratórias para as seis carreiras de Segurança Pública em três parcelas: agosto de 2024, maio de 2025 e maio de 2026. A aprovação ocorreu nas entidades sindicais, seja por unanimidade ou maioria, e votações realizadas.

A secretária adjunta de Relações de Trabalho, Meri Lucas, enfatizou que esse é o desfecho de um processo negociado entre as partes, ressaltando a importância do diálogo e da abertura das mesas específicas e temporárias desde o início do governo Lula.

Gustavo Souza, diretor-executivo da Polícia Federal, elogiou o processo de negociação, destacando o respeito à organização e às pessoas envolvidas. Ele expressou satisfação com o resultado alcançado, reconhecendo as limitações do país, do governo e do Ministério.

Andressa Cabral Araújo Borges, diretora de Gestão de Pessoas da Polícia Rodoviária Federal, considerou a reestruturação remuneratória como uma renovação de forças.

 O acordo entre a Polícia Federal e o governo, depois da nova proposta do Ministério da Gestão e Inovação, é um avanço significativo para os policiais federais, que há tempos aguardavam o devido reconhecimento de seus esforços. O apoio incondicional da direção-geral da PF e a união das entidades de classe também foram fundamentais para um desfecho positivo. Por outro lado, lamentamos o fato dos servidores administrativos terem ficado de fora do acordo e que aumento da 3ª classe tenho sido inferior ao do Executivo geral, o que enfraquece o sentido de valorização uniforme da Polícia Federal – disse Luciano Leiro, presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal.

Fonte: Extra

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